Aquí eu tinha de novo o sentido de ter de amarrar o meu esposo. Uma coisa assim como vemos, era sempre um sonho. Mas infelizmente existe lá muito pouco lugar para um pai múltiplo de família. Qualquer vez ele fez um erro, várias vezes, isto ele esquece, quando vê uma jóia desta. Eu entendo ele. Como tem de ser tao livre uma pessoa, qual vive deste jeito. Uma cama arrumada com tanto carinho, invisível para nós uma mesa, uma cadeira, uma pequena possibilidade para cozinhar. A primavéra chegou, bem fraquinho ainda o verde. E as florzinhas nas caixinhas vao em poucas semanas produzir um fogo artifício de cores. E eu imagino a pessoa na noite deitada na sua caminha sobre os telhados da cidade, comtemplando o céu cheio de sois. Talvez ela tenta de sondar este mistério de galaxies inumeráveis, quais zunindo pelo universo, embatendo uma com outra, se formando de novo para continuar o “voo”. E pergunta ela entao o Porque, e qual a Significacao? (Tem de existir uma?) Entao ela desliza para seu mundo de sonhos. E quando acorda de novo, o sol da manha desperta nela o optimismo de um dia novo. – Nunca vamos saber – se foi assim
Pois entao nao estamos mais aquí – e meu esposo carrega o sonho dele em direcao ao norte. Lá ainda nao está florescendo nada. Sómente os ursus brancos passeiam por lá lembrando-nós, que moramos pertinho do pólo ártico - De resto, a foto tiramos em Arles, a cidade romântica e românica na Provence. Mais tarde, qualquer dia, escrevo-lhes mais sobre nossas visitas....É bonito lá, maravilhoso....wunderschön....
Lesung mit Fernando Amado Aymoré am 11. Juni
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Am Donnerstag, dem 11. Juni um 19.30 Uhr laden wir ein zu einer Lesung mit
dem brasilianischen Autor Fernando Amado Aymoré. Der Eintritt ist frei,
Michael ...
Há 2 semanas

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